No Brasil, o gênero Thamnodynastes tem atualmente (setembro de 2021) 12 espécies:
Thamnodynastes almae (Franco and Ferreira, 2002): Endêmica do Brasil. Encontrada em CE, RN, PB, PE, AL, SE e BA.
Thamnodynastes nattereri (Mikan, 1820): Encontrada no Brasil e no Uruguai. No Brasil: MS, PB, PE, BA, ES, MG, RJ, SP, PR, SC e RS.
Thamnodynastes chaquensis (Bergna and Alvarez, 1993): Argentina, Bolívia, Brasil e Paraguai. No Brasil: MT e MS.
Thamnodynastes hypoconia (Cope, 1860): Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. No Brasil: TO, MT, MS, GO, DF, MA, PI, PE, AL, BA, ES, MG, RJ, SP, PR, SC e RS.
Thamnodynastes lanei (Bailey et al., 2005): Argentina, Bolívia, Brasil e Paraguai. No Brasil: AP, RO, PA, MT e MS.
Thamnodynastes longicaudus (Franco et al., 2003): Endêmica do Brasil. Encontrada em ES, RJ e SP.
Thamnodynastes pallidus (Linnaeus, 1758): Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela. No Brasil: AP, AC, RO, AM, PA, TO, MA, PB, PE, AL, SE e BA.
Thamnodynastes phoenix (Franco et al., 2017): Endêmica do Brasil. Encontrada em TO, GO, PI, CE, RN, PB, PE, AL, SE, BA e MG.
Thamnodynastes ramonriveroi (Manzanilla and Sánchez, 2005): Brasil, Guiana Francesa, Guiana, Suriname e Venezuela. No Brasil: RR.
Thamnodynastes rutilus (Prado, 1942): Endêmica do Brasil. Encontrada em MT, MS, DF, MG, RJ e SP.
Thamnodynastes sertanejo (Bailey et al., 2005): Endêmica do Brasil. Encontrada em CE, PB, PE, BA e MG.
Thamnodynastes strigatus (Günther, 1858): Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. No Brasil: MT, GO, BA, ES, MG, RJ, SP, PR, SC e RS.
Identificar as espécies apenas a partir de fotografias é muito difícil, geralmente bem feito apenas por pessoas que trabalham com o gênero ou têm muito contato com essas cobras.
Por exemplo, as diferenças entre T. nattereri e T. hypoconia são muito sutis. A barriga de T. hypoconia tem linhas longitudinais escuras, as escamas dorsais são "carenadas", e no sudeste do Brasil, ela é encontrada na vertente semidecídua da Mata Atlântica e do Cerrado. Já T. nattereri tem a barriga sem linhas ou com linhas muito sutis, e é encontrada na vertente úmida da Mata Atlântica.
Autor desta compilação: Glauco Oliveira - 24/09/2021.